• prêmio Silver Class Sustainability Award 2017 da RobecoSAM
      • Publicado em 31 de Março de 2017 por
      • Bridgestone recebe o prêmio Silver Class Sustainability Award 2017

        Esta é a primeira vez que a empresa recebe esse reconhecimento

        São Paulo 7 de fevereiro de 2017 — A Bridgestone Corporation (Bridgestone) anunciou o recebimento do prêmio Silver Class Sustainability Award 2017 da RobecoSAM. Esta é a primeira vez que a empresa recebe esse reconhecimento.

        A premiação é realizada anualmente pela RobecoSAM, uma empresa especializada em investimentos em sustentabilidade*. A RobecoSAM avalia grandes empresas globais com relação à sua sustentabilidade em termos econômicos, ambientais e sociais, concedendo os prêmios Bronze Class, Silver Class ou Gold Glass àquelas que receberem as melhores classificações. Mais de 2.400 empresas de 60 setores foram avaliadas como parte do processo de premiação de 2017.

        A Bridgestone obteve uma pontuação alta na dimensão ambiental entre as empresas do setor de componentes automotivos – um reflexo de sua nota máxima recebida em dois critérios de avaliação; estratégia climática e relatórios ambientais. A empresa também obteve pontuação alta por sua gestão da inovação na categoria econômica. Sua ótima classificação levou à sua inclusão na categoria Silver Class.

        Baseado em sua missão de “Servir à sociedade com qualidade superior”, o Grupo Bridgestone reconhece que a contribuição para o desenvolvimento da sociedade pode gerar um valor comercial significativo. Como líder global nos segmentos de pneus e borracha, a Bridgestone busca o crescimento sustentável como uma empresa que contribui para promover uma sociedade sustentável, ao mesmo tempo que reconhece sua responsabilidade para com as gerações futuras.

        Em 2016, a Bridgestone também foi incluída pela primeira vez no Dow Jones Sustainability World Index (DJSI World), um índice de sustentabilidade compilado de forma colaborativa pela S&P Dow Jones Indices LLC e a RobecoSAM.

        *Investimentos em sustentabilidade 
        Os investimentos em sustentabilidade são fundamentados na avaliação das iniciativas ambientais e sociais de uma empresa, entre outras ações voltadas à sustentabilidade, bem como em quesitos financeiros convencionais.

      • Categoria: Sustentabilidade
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      • Sobre a Bridgestone
      • Publicado em 31 de Março de 2017 por
      • SOBRE A BRIDGESTONE

        Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é a maior empresa de pneus e borracha do mundo. Além de pneus para utilização em uma ampla variedade de aplicações, a Bridgestone também atua nos segmentos de molas pneumáticas; produtos químicos para aplicações em construção civil, como materiais de impermeabilização; borracha industrial; e artigos desportivos, entre outros. Seus produtos são vendidos em mais de 150 países em todo o mundo.

        No Brasil, a fabricação de pneus das marcas Bridgestone e Firestone está distribuída nas unidades de Santo André (SP) e de Camaçari (BA). A companhia possui também duas fábricas de bandas de rodagem e partes de borracha para reforma de pneus, instaladas em Campinas (SP) e Mafra (SC).

      • Categoria: Bridgestone
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      • O plano B da Bridgestone
      • Publicado em 18 de Março de 2013 por
      • O plano B da Bridgestone

        A estratégia da fabricante japonesa de pneus para deixar de patinar no Brasil.

        Por Hugo CILO

        Um em cada cinco pneus vendidos no mundo saiu das fábricas da japonesa Bridgestone, em 2012. Líder mundial, a companhia detém uma fatia de 19% e um faturamento de US$ 38 bilhões, três pontos percentuais à frente da francesa Michelin. A apertada vantagem da marca no mundo, no entanto, contrasta com seu desempenho no Brasil. Com uma participação de 13% mantida há quase três anos, a Bridgestone disputa, pneu a pneu, a vice-liderança com a americana Goodyear, alternando-se no segundo e terceiro lugar. Enquanto isso, a italiana Pirelli, uma empresa globalmente muito menor, com faturamento de aproximadamente US$ 7 bilhões, o equivalente a menos de 20% da Bridgestone, segue na frente com uma participação de mercado de 18%.

         
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        Esse cenário pode começar a mudar. A companhia japonesa, com sede em Fukuoka, traçou um plano para o mercado brasileiro, que representa US$ 1,1 bilhão em vendas, um terço do seu faturamento na América Latina. A meta é desbancar a Pirelli até 2020 e assumir o topo do ranking. A missão foi delegada para o argentino Ariel Depascuali, no comando das operações desde 2011, depois de passagens pelas subsidiárias do México e da Argentina. Caberá ao executivo colocar em prática uma espécie de tropicalização dos pneus da marca, desde pequenos ajustes nos processos de fabricação até a definição de campanhas publicitárias exclusivas para o consumidor local. 
         
        “Está em curso o maior plano estratégico da Bridgestone desde que a marca chegou ao País” , diz Depascuali. A empresa chegou ao Brasil em 1998, depois de ter adquirido a marca Firestone. O plano brasileiro da Bridgestone está ancorado em três pilares. O primeiro é a mudança na relação com o cliente. A empresa fez pesquisas de opinião em vários Estados para identificar o perfil do brasileiro que compra pneus. “Somente 25% dos clientes adquirem pneus mais baratos”, afirma Depascuali. “Vamos atrás dos outros 75%.” A companhia passou então a se comunicar com os consumidores que buscam um pneu com mais qualidade. O segundo item da estratégia ocorre em suas fábricas em Santo André, na região do Grande ABC, e Camaçari, na Bahia. 
         
         
        Os pneus da marca, antes projetados por engenheiros japoneses, concebidos para rodar em ruas e estradas lisas como tapetes, receberam uma manta de aço nas laterais – reforço fundamental para suportar as pancadas no esburacado asfalto brasileiro e resistir às altas temperaturas. A composição da borracha também mudou. Parte da resina trazida da Indonésia deu lugar à borracha brasileira. A unidade de Santo André também recebeu investimentos de US$ 80 milhões para ampliar a produção de pneus para caminhões. Ajustadas essas questões, era a hora de se comunicar com o consumidor. A Bridgestone desembolsou um valor estimado de US$ 120 milhões para ser a patrocinadora oficial da Copa Libertadores da América, a competição mais valorizada pelos clubes brasileiros de futebol atualmente. 
         
        A cifra representa o dobro da proposta feita pelo antigo patrocinador, o banco espanhol Santander. A ofensiva, além de aumentar a exposição da marca nos estádios, prevê estandes nos principais shoppings das cidades que possuem times representantes no campeonato. E, todos os anos, times de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro disputam o campeonato. Fora dos gramados, a Bridgestone, no entanto, não briga apenas com Pirelli e Goodyear no mercado brasileiro. As três enfrentam cada vez mais a competição com os pneus importados, que passaram a deter 42% das vendas no País, segundo a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos. 
         
        Há cinco anos, as marcas de fora representavam apenas 25%. O apelo dos estrangeiros é grande, principalmente no quesito preço. Um pneu com a medida 175/65 14, muito utilizado nos carros que circulam no País, custa cerca de R$ 270 com a marca Bridgestone, R$ 100 mais caro do que um da marca chinesa West Lake. A explicação para essa diferença, além dos impostos, está no custo de produção. A hora paga a um trabalhador na fabricação de pneus no Brasil é de US$ 18, em média, segundo números da Bridgestone. Nos Estados Unidos é de US$ 16. Na China paga-se US$ 6 e no Vietnã, US$ 1,5.
         
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      • Bridgestone é a maior fabricante de pneus do mundo, pelo terceiro ano consecutivo
      • Publicado em 28 de Setembro de 2011 por
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        É com muita satisfação que compartilhamos com você mais uma conquista: a Bridgestone é a primeira colocada mundial no Ranking Global das Empresas Fabricantes de Pneus 2011, publicado pelo jornal norte-americano Tire Business, uma das mais respeitadas e premiadas publicações destinada a revendedores de pneus.

        Com a marca de US$24,425 bilhões em vendas de pneus no ano de 2010, este é o terceiro ano consecutivo que a Bridgestone conquista o título de maior fabricante de pneus do mundo.

        Considerando o ano de 2010, a empresa teve um crescimento de mais de 19% em vendas em comparação ao ano anterior.

        Ainda é importante destacar que a Bridgestone também foi líder em faturamento na América Latina, com a marca de US$2,4 bilhões, em 2010. Esta conquista regional se deve especialmente ao mercado brasileiro e ao comprometimento de nossos revendedores em fazer bons negócios.

      • Categoria: Pneus
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